Colcha de retalhos

Mais um dia de jogatinas  permeou o cenário político partidário da cidade de Monte Alegre de Sergipe. Mais uma vez foram arquitetados os mais ardilosos planos para conseguir a ascensão ao poder público. Um novo plano de queimar a dignidade das pessoas pobres, através da compra dissimulada de voto foi cuidadosamente costurado e ao povo não resta menos do que a obrigação de acatar, pois 'eles' querem mandar a qualquer custo no município.
Diante dessa situação, cabe uma reflexão.
A história é bem precisa. Aquilo que as memórias humanas esquecem facilmente, a história consegue eternizar, pois registram piamente todo o desenrolar de um processo social. De tudo já pudemos ver e provar. Nossa  história é construída de fatos reais que, embora algumas vezes manipulados,  refletem o que vivemos. O povo não é mais  tolo. Muitas vezes é oportunista, na tentativa de recuperar um pouco do que perderam ao longo do tempo, mas isso não justifica tamanha conivência com os desmandos e desvarios de certos políticos que só sabem olhar com olhos e palavras de ameça para quem não comunga de suas idéias a la  Hitler. Sem sombra de dúvida o termo é esse, pois reduz a oportunidade para meia dúzia, em detrimento de sua vontade e satisfação libidinosa.
Mas era previsto na própria filosofia que há séculos nos ensina que o poder é diabólico.
Papo careta? Revoltado? As duas coisas e muito mais!
É simples: acordos  partidários e bem particulares são feitos antes mesmo de se entrar na prefeitura, para que depois de assumir seja possível determinar a vida de quem "vive" e de quem deve viver à míngua. Próprio de gente subdesenvolvida. Vendem a vida das pessoas como a objetos e acham que devem ser aplaudidos por isso.
Todos eles são inconsequentes. Compram e vendem nossos destinos de forma descarada e exacerbada e querem louvores por isso.
Minha arma é o meu voto e este eu só darei a quem enxergar a  comunidade como ela é e precisa.

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