O ÍNTIMO JEITO DE SER DA NATUREZA

Sempre que os olhos registram o espaço ao nosso redor parece perceber algo novo na imensidão do nada em que se transforma o espaço à nossa volta em tempos de estiagem longa. Mas a natureza tem sempre "uma carta na manga". Quando a vida parece extinguida, ela mostra uma mistura de cores - vermelha, amarela, verde, lilás, roxa - e vai compondo um quadro surrealista encobrindo nossa terra.
O verde sumiu do chão e deu espaço para o pó e a poeira, que muitas vezes dá "calangapés" no ar, em seus redemoinhos sapecas, que mais parecem arranjos de trepadeiras suspensos no ar. Uma cor sinestésica que faz com que sintamos o cheiro doce das flores só de olhá-las. Elas são de uma delicadeza tão profunda que parecem ser feitas de seda pura.











Mesmo sem folhas as árvores esbanjam sensualidade e beleza, o que nos faz sentir pequenos e impotentes diante de tão magistral força e beleza. E assim, há sempre um cenário novo, uma história nova, uma alegria constante de ser parte deste mundo que o Criador fez e o deu para nós!

Comentários

Andréia disse…
Parabenizo essa amiga que ama a natureza de uma forma tão profunda, e verdadeira. Ela pensa e logo escreva, ela ver e logo fotagrafa. É demais você viu Betania.

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